terça-feira, 30 de junho de 2009

Moção de Apoio de Mantovani engrossa ações para tornar obrigatória a exigência do diploma de Jornalista

Vereadores aprovaram por unanimidade, na sessão desta segunda, 29, a Moção de Apoio do vereador Mantovani (PP), a proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Senador Antônio Carlos Valadares (PSB – SE) para tornar obrigatória a exigência do diploma de nível superior para o exercício da profissão de Jornalista.
A mesma será enviada para o presidente do Senado Federal, José Sarney e a todas as lideranças partidárias deste período Legislativo, ao Presidente da Câmara Federal de Deputados, Michel Temmer e aos líderes partidários da Câmara Federal.
De acordo com Mantovani, que repudia a ação do Supremo Tribunal Federal, esta situação abre um precedente que pode ser desastroso também para outras profissões. “A iniciativa do senador, que espera recolher 27 assinaturas necessárias para a aprovação da PEC no Congresso Nacional, é um ato justo e urgente para pôr fim a uma decisão muito criticada do STF de colocar fim ao diploma desse profissional”.
“Erechim, pólo da região do Alto Uruguai concentra um grande número de jornalistas diplomados, que realizam um excelente trabalho nas redações de jornais, sites, assessoria de imprensa e televisão. Entendemos que o Brasil não pode retroceder na questão da obrigatoriedade do diploma de nível superior para o exercício da profissão de jornalista”, destaca.
Mantovani garante ainda que, através desta proposta de Emenda à Constituição (PEC) e o apoio para sua aprovação na Câmara dos Deputados, está se garantindo a qualificação deste importante profissional, tornando a categoria muito mais forte e beneficiando a sociedade como um todo.
“Como vereador que acredita numa imprensa qualificada, responsável, competente e imparcial, e defensor dos jornalistas, não poderia ficar independente a proposta do Senador Valadares. Para quem crê que a não exigência do diploma significa mais liberdade de expressão está enganado. Precisamos mais do que nunca refletir sobre o que é ser jornalista; qual o papel que estes profissionais desempenham em nossa sociedade, quais suas atribuições e responsabilidades”.
“Somos sabedores que há muitos profissionais, e bons, trabalhando como jornalista sem ter diploma, mas isso não significa que devemos abolir o diploma. Falamos tanto em educação, em aprendizado e logo a profissão responsável por informar, esclarecer com responsabilidade tem que passar por essa situação. Isso está longe de ser democracia e muito menos liberdade de expressão”, argumenta.
Zé da Cruz (PMDB), também repudiou o que está acontecendo no Brasil com relação aos jornalistas, destacando que o Supremo Tribunal Federal só pode estar de brincadeira quando quer retirar do profissional na área de jornalismo o seu diploma, este conquistado com muito esforço, determinação e luta de cada estudante, pois nem todos tem pais que podem pagar seus estudos. “Extremamente louvável a Moção de Mantovani e tem meu total apoio nesta luta, Temos que tomar cuidado, senão de agora em diante haverá outras profissões que irão sucumbir e muita gente irá dormir e acordar no outro dia achando que pode ser jornalista e outro profissional e sair por aí falando ou fazendo um monte de bobagem”, finaliza.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Mantovani e Vânia Miola solicitam envio de Voto de Congratulações à Eloi Zanella

Vereadores aprovaram, por unanimidade, o envio de Votos de Congratulações ao ex-prefeito de Erechim, Eloi Zanella, de autoria da vereadora Vânia Miola (PPS) e subscrito pelo vereador Mantovani (PP), pela indicação e posse no cargo de Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul.
De acordo com os vereadores, o ex-prefeito tem uma marca registrada, a competência, determinação e o espírito empreendedor com o qual administrou o município de Erechim.
“Acreditamos, ser de grande importância para o Ipê e para o Estado, ter um homem a altura do ex-prefeito no comando de uma autarquia de tamanha importância, que desempenha um papel fundamental na vida dos colaboradores do Estado e na sociedade”, destacam os vereadores.

Mantovani resgata parte da história de Erechim denominando nome de rua a Giácomo Madalozzo

Pagando uma dívida antiga do município de Erechim e resgatando um pouco da história de um dos homens que, além de pioneiro desta terra, foi um dos grandes responsáveis pela riqueza e desenvolvimento local e regional, a Câmara Municipal de Vereadores aprovou o Projeto de Lei Legislativo, de autoria de Mantovani (PP), que denomina artéria do município de Giácomo Madalozzo –Pioneiro e Industrialista. A mesma localiza na fase IV do Distrito Industrial.
Descendente da família de Gaspar Madalozzo, da Província de Vicenza, distrito de Sismon, Itália, que emigrou para o Brasil no ano de 1893 e estabeleceu-se numa colônia próxima a cidade de Caxias do Sul, Giácomo nasceu em 14 de março de 1901 no município de Guaporé. Sua mãe, Ana Fuga Madalozzo.
Ainda jovem, no município de Antônio Prado, casa-se com Barbarina Bogoni em 1924, união que lhes deu 12 filhos. Em 25, acompanhado pela esposa, muda-se para Boa Vista do Erechim e dedica-se à construção de casas. Em parceria com Alberto Parenti erguem a casa do professor Mantovani.
Em 26, na sua terceira empresa, fabrica móveis, o que lhe rendeu a fama de artista na fabricação de móveis finos. Época em que inicia a compra de maquinários e equipamentos, saía do trabalho manual para o mecanizado. Em 29 a empresa passa a se chamar Madalozzo & Sartori com o lema “Honestidade e Pontualidade”. Em 33, com a fábrica quatro vezes maior, abre um depósito de móveis no centro da cidade. Também recebe o diploma de Guarda-Livros. Na época moravam com ele cerca de 30 pessoas.
Em sua caminhada como empreendedor, no ano de 1937 adquire 42 colônias e instala três serrarias em Videira. Entre 39 e 40 amplia a G. Madalozzo e Cia e em 41 vence a concorrência para a construção do Hospital de Caridade e, após, forma sociedade para a construção do Santa Terezinha.
Em 43 adquire 80 colônias de terra com 50 mil pinheiros em Ponte Serrada e instala mais duas serrarias. Forneciam moveis e esquadrias em quase todo o Estado e parte de Santa Catarina. Tinham depósitos em Passo Fundo, Bagé, São Gabriel, Livramento e Santa Maria, Joaçada entre outros. Eram 85 sócios.
A fábrica, antes de madeira, é trocada pela alvenaria e contava com 200 colaboradores. Nesta caminhada também abre mais o leque de atuação, sendo nomeados agentes exclusivos Dodge com sede em Erechim e filiais em Getúlio Vargas, Lagoa Vermelha, Marcelino Ramos e Porto Alegre.
Em 46 sua saúde dá sinais que merecia cuidados. Em 47 realiza cirurgia de uma úlcera. Em 50 viaja para Montevidéu para realizar exames mais especializados, época em que passa a pensar mais da saúde e o convívio com a sua família.
“O capital estava espalhado em diversos lugares e segmentos, pois Giácomo sempre pensou que, faltando um setor, o outro não falha. No dia 11 de março de 51 desliga-se da firma após 25 anos de serviços ininterruptos como diretor-presidente. Época em que compra seu primeiro automóvel e dirige pela primeira vez em sua vida. Em 52 volta a pensar nos negócios e inicia o desbravamento do estado do Paraná com a construção de moradias, armazéns secos e molhados e o plantio de 50 mil pés de café”, destaca Mantovani.
Em 54 regressa para Erechim e inicia uma nova vida ao lado da esposa e dos filhos. “Época em que começam as nascer os netos, trazendo grande alegria à família. Ficou hospitalizado em sua casa por muitos meses. Estava sendo tratado de uma angina no peito. Sua vida, entre 62 a 64 foi de um verdadeiro martírio. Em 20 de dezembro de 64, o fim de uma missão, de uma caminhada, de uma etapa. Erechim perde um líder e empreendedor. Giácomo morre deixando um legado incontestável de realizações em prol do nosso Erechim”.
“É preciso reconhecer os elevados valores deste homem, que deixou sua terra natal em busca de dias melhores, com sacrifício e desmedidos esforços enfrentou as agruras da antiga Boa Vista do Erechim, e venceu as dificuldades, demonstrando seu caráter e amor à Pátria, a família e ao município que escolheu para viver”, finalizou o vereador.

Mantovani protocola requerimento solicitando Audiência Pública sobre Gripe A – H1N1

O vereador José Rodolfo Mantovani (PP), protocolou nesta quarta-feira (24), junto à secretaria da Câmara de Vereadores, requerimento solicitando a realização no dia 1º de julho, às 19 horas, de uma Audiência Pública para que a Secretaria Municipal de Saúde e o Núcleo de Vigilância Epidemiológica prestem esclarecimentos sobre a Gripe A (H1N1), conhecida popularmente de Gripe Suína. O requerimento irá a votação na próxima sessão da Câmara.
Na justificativa Mantovani destaca que é de conhecimento público a confirmação no final da tarde de terça-feira (23) do primeiro caso de Gripe A (H1N1), no município de Erechim, cujo paciente, um caminhoneiro residente em nosso município, retornou de viagem a Argentina com os sintomas da doença, sendo encaminhado ao Hospital Santa Terezinha, e posteriormente transferido ao Hospital São Vicente de Paula na cidade de Passo Fundo. “Diante desta situação preocupante, e buscando acima de tudo não gerar um ambiente de pânico em nossa comunidade, acreditamos ser imprescindível a realização de uma audiência pública com a participação da Secretaria Municipal de Saúde, Núcleo de Vigilância Epidemiológica, e que seja convidada também a 11ª Coordenadoria Regional de Saúde, no sentido de debater sobre o tema, e repassar informações sobre as ações que estão sendo feitas pelos órgãos de saúde para combater a doença”.
O vereador salientou ainda, que também é necessário neste encontro que os órgãos de saúde orientem a população sobre os sintomas da Gripe A (H1N1), o que deve ser feito em caso de suspeita da doença, onde o paciente deve ir, e como deve se cuidar caso apresente os sintomas desta gripe. “Nosso gabinete esta acompanhando este primeiro caso confirmado, desde o momento em que o paciente foi encaminhado ao Hospital Santa Terezinha com a suspeita da Gripe A. O que nós queremos através da realização da audiência pública, é poder orientar a nossa comunidade e as pessoas que procuram nosso gabinete, sobre como agir nestes casos”.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

ARTIGO: Crise no Senado – Uma história sem fim

José Rodolfo Mantovani
Vereador do PP


O momento atribulado pelo qual passa o Senado Federal – com problemas éticos e morais, impasses entre situação e oposição, abertura das CPIs da Petrobras e das Organizações Não Governamentais – atingem em cheio a Casa Legislativa e inevitavelmente o brio da população brasileira.
Não é de hoje que falcatruas, conchavos, favorecimento pessoal, nepotismo e outras tantas situações vergonhosas assolam o Senado Federal, e mancham a imagem desta, que deveria ser, juntamente com a Câmara dos Deputados, a instituição legislativa mais importante do Brasil.
Via de regra, a idéia de constituir um Senado Federal visa, antes de mais nada, corrigir as possíveis distorções na representação dos estados na Câmara dos Deputados. Tais desigualdades são provocadas pela forma como se distribui a população brasileira, o que garante a estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais um número de Deputados Federais maior do que Acre e Sergipe, por exemplo. Em outras palavras, o principal objetivo do Senado é evitar que os estados mais populosos, por possuírem um número maior de deputados, recebam maior destinação de recursos federais do que os menos populosos. Em virtude disso, enquanto a Câmara dos Deputados é formada pelo mínimo de oito e o máximo de setenta deputados por estado, cada unidade federativa brasileira, independentemente de sua população, dispõe, sempre, de três legisladores no Senado Federal.
Feito este preâmbulo entremos de fato no cerne dos fatos que geraram a última crise no Senado. A disputa entre PT e PMDB pela presidência do Senado trouxe à tona uma série de irregularidades na Casa. Os dois partidos entraram em conflito após a vitória de José Sarney (PMDB-AP) sobre Tião Viana (PT-AC) na eleição à presidência da Casa.
Dois diretores do Senado deixaram seus cargos após denúncias. Agaciel Maia deixou a diretoria-geral da Casa após o jornal a Folha revelar que ele não registrou em cartório uma casa avaliada em R$ 5 milhões. Sim, senhoras e senhores, o nobre diretor “esqueceu” de registrar este pequeno e irrisório imóvel. José Carlos Zoghbi deixou a Diretoria de Recursos Humanos do Senado depois de ser acusado de ceder um apartamento funcional para parentes que não trabalhavam no Congresso. Que pena que nós, os eleitores brasileiros não sabíamos deste fato, pois também poderíamos solicitar ao nobre diretor uma estadia gratuita na Capital Federal.
Pois pasmem, o trenzinho da alegria não parou por aí. A imprensa mostrou ainda que mais de 3.000 funcionários da Casa receberam horas extras durante o recesso parlamentar de janeiro. O Ministério Público Federal cobrou explicações da Casa sobre o pagamento das horas extras trabalhadas no recesso.
Em março, a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), líder do governo no Congresso, foi acusada de usar parte da cota de passagens do Senado para custear a viagem de sete parentes, amigos e empresários do Maranhão para Brasília. Por meio de sua assessoria, a senadora disse que nenhum dos integrantes da lista de supostos beneficiados com as passagens viajou às custas do Senado.
No lado oposto, veio à tona a informação que Viana cedeu o aparelho celular pago pelo Senado para sua filha usar em viagem de férias ao México.
No dia 10 de junho, o jornal "O Estado de S. Paulo" publicou um levantamento de técnicos do Senado mostrando que atos administrativos secretos – entre eles o do neto do presidente do Senado, José Sarney – foram usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários.
Diante de toda esta vergonha estampada em jornais, revistas, e propalada pelas redes de televisão e rádio eu me pergunto: que tipo de inversão de valores morais é essa? A sociedade brasileira é a principal vítima desta situação vexatória? Onde foram parar o decoro e a vergonha na cara de alguns senadores?
Nós eleitores precisamos compreender que precisamos defender a democracia a cada dia, erradicando da vida pública quem pretende apenas atender a interesses privados e escusos. Em uma democracia, é preciso agir com inteligência. Não se pode contar com a sorte, mesmo porque o acaso, ao que parece, está sempre a favor daqueles que só esperam uma chance para sabotar nossa liberdade.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Apoio ao projeto que beneficia agricultores atingidos pela estiagem

O vereador José Rodolfo Mantovani (PP), votou favorável ao projeto encaminhado pelo Poder Executivo que custeia 60% das despesas dos produtores rurais do município que receberam sementes do Programa Troca-Troca de Sementes, e repassa recursos financeiros ao SUTRAF-AU. O projeto foi aprovado na sessão da Câmara de Vereadores de segunda-feira (08).
Justificando seu voto favorável Mantovani destacou que durante o período que ocupou o cargo de Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, sempre buscou através de iniciativas e projetos valorizar o homem do campo. “Somos solidários aos agricultores que tiveram suas lavouras prejudicadas com a longa estiagem e apresentaram perdas na produção. Sempre buscamos ao longo de nossa carreira pública valorizar e agregar novas atividades que gerassem renda aos produtores rurais. Desta vez não será diferente, pois somos sabedores da grave situação pela qual estão passando. Acreditamos ser justa a isenção total do pagamento do troca-troca de sementes aos nossos agricultores. O subsídio de 60% por parte do município somado ao desconto de 40% concedido pelo Governo do Estado chegam em boa hora, dando um fôlego a mais para estes valorosos homens e mulheres que trabalham pelo desenvolvimento de Erechim e região”.